Abri os olhos dentro do
escuro constante
Cantado por vozes
impacientes
Elas me perseguem,
medo, instante
Exigem respostas não
existentes.
Movimentei para o
passo, nada
Procurei incessante uma
visão
Instante, atrás de um
ar que nada
Tu, parada, eles,
procurar-te-ão.
Inspirei aquele veneno diário
Para viver sem
desespero páreo
Já fraco, deixo de lado
o horário.
Parei. Ponto final tão
inútil
Não sou quem
escolheria, fútil
E sim, eles, que não
nos abandonam